Egito pede à Interpol ajuda para localizar o artefato leiloado na última semana

O Comitê solicitou ainda que o Reino Unido "proíba a exportação dos objetos vendidos" até que as autoridades egípcias tenham acesso aos documentos solicitados.

A polêmica envolvendo o leilão de uma peça que retrata a cabeça do antigo líder egípcio Tutancâmon parece estar longe de acabar. Em meio a protestos de ativistas e do governo egípcio, a peça de quartzito foi vendida a um comprador anônimo por £4.746.250, cerca de 6 milhões de dólares, na última quinta-feira.

Nesta terça-feira (9), o Comitê Nacional para da Repatriação de Antiguidades (NCAR) informou que pediu auxílio da Interpol para localizar a relíquia, que é considerada pelas autoridades egípcias como um objeto roubado do país devido à falta da documentação necessária que prove a legalidade da peça.

“O comitê expressa seu profundo descontentamento com o comportamento pouco profissional [que permitiu] vender antiguidades egípcias sem proporcionar os documentos sobre propriedade e provas de exportação legal a partir do Egito”.

O Comitê solicitou ainda que o Reino Unido “proíba a exportação dos objetos vendidos” até que as autoridades egípcias tenham acesso aos documentos solicitados.

- Publicidade -

Você pode gostar também