O Instituto Inhotim reabre suas portas após tragédia em Brumadinho

Para o diretor executivo do Inhotim, Antonio Grassi, a Instituição desempenha um papel importante na recuperação da cidade e superação da tragédia.

Com entrada gratuita, o Instituto Inhotim reabriu suas portas no último final de semana (sábado, 09/02), após duas semanas de atividades suspensas devido ao rompimento da barragem em Córrego do Feijão. O museu afirmou que retomar suas atividades faz parte de um recomeço importante para toda a comunidade de Brumadinho. Em homenagem às vítimas da tragédia, funcionários e visitantes realizaram um minuto de silêncio no momento da abertura, 9h30 da manhã.

Para o diretor executivo do Inhotim, Antonio Grassi, a Instituição desempenha um papel importante na recuperação da cidade e superação da tragédia.

“A comunidade sofreu uma perda imensurável e está completamente abalada. (…) Acreditamos que a retomada das atividades do Inhotim será uma das principais forças para ajudar Brumadinho e a região a vencerem essa primeira etapa de luto. A saída para tudo isso seguramente passa por aquilo que o Instituto tem como seu maior patrimônio: cultura, arte, turismo, meio ambiente e educação”, salienta Grassi.

O rompimento da barragem não atingiu o Museu, mas 80% de seus funcionários são moradores da região e cerca de 41 deles tiveram familiares mortos ou desaparecidos desde o desabamento que abalou profundamente todo o país.

Em nota, o Instituto afirma: “Entendemos a importância e a responsabilidade que o Inhotim tem com a população de Brumadinho, e, por isso, seguimos tendo a arte, o meio ambiente e a educação como nossos grandes pilares e pontos de partida para ações futuras. Recebemos, anualmente, milhares de visitantes do Brasil e do mundo inteiro, movimentando a economia da cidade e fortalecendo a cultura no Brasil. Estar de portas abertas, nesse momento ainda tão difícil, significa o reforço do nosso compromisso com o município de Brumadinho na certeza do poder da cultura e da educação para o desenvolvimento humano e social.”

Para mais informações, acesse o site do Instituto Inhotim

- Publicidade -

Você pode gostar também